Captured Tales

Flesh and Flutter

Bill Tiepelman0 comentários
Flesh and Flutter

A marca do enxame

O sol iniciara sua lenta descida, pintando as copas da floresta em tons de âmbar e carmesim. Ethan ajeitou a mochila, fazendo uma careta quando um espinho prendeu sua manga. Olhou para trás, para Claire, que segurava a lanterna sob o braço enquanto examinava um mapa amassado. O silêncio denso da floresta parecia antinatural, como se todos os insetos e pássaros tivessem fugido de algo invisível.

“Tem certeza de que estamos na trilha certa?”, perguntou Ethan, pouco mais alto que um sussurro. Não sabia por que sussurrava; não havia uma alma por quilômetros.

“É esta”, respondeu Claire, seca, percorrendo com os olhos as marcas vermelhas rabiscadas no mapa. “O antigo acampamento deve estar logo à frente. O professor Adler disse que foi onde descobriram o artefato.”

O artefato. Ethan estremeceu. Os rumores sobre a expedição o descreviam como algo saído de um pesadelo: uma relíquia antiga com o formato de um casulo de borboleta, encontrada incrustada numa árvore partida por um raio. A equipe que a desenterrara havia desaparecido, deixando para trás barracas rasgadas, equipamentos ensanguentados e sussurros sobre mortes inexplicáveis.

“Você não acha que alguma coisa disso é verdade, acha?”, arriscou Ethan, tentando aliviar o clima.

Claire lançou-lhe um olhar duro. “É só uma história. Não deixa a imaginação correr solta.”

Mas a imaginação de Ethan tinha vontade própria. Ele não conseguia afastar a sensação de estar sendo observado, de que algo antigo e maligno se agitava sob o solo. As árvores pareciam se aproximar enquanto os dois avançavam com dificuldade, seus galhos retorcidos formando figuras grotescas na penumbra.

Não demorou para encontrarem o local. Um amontoado de lonas estraçalhadas se agarrava aos restos esqueléticos de estacas. Recipientes de comida apodrecida estavam espalhados pelo chão, e no centro havia uma fogueira queimada. Mas foi a árvore que chamou a atenção de Ethan. Erguia-se sobre o acampamento, com a casca enegrecida vertendo uma seiva âmbar viscosa. Incrustado em seu tronco estava o artefato.

O casulo era enorme, facilmente do tamanho de uma cabeça humana, e sua superfície cintilava como se estivesse coberta de minúsculas escamas iridescentes. Sulcos profundos entalhados nele formavam um desenho intrincado, quase hipnótico. Ethan se aproximou, e o ar ao redor pareceu vibrar.

“Não toca”, avisou Claire, mas sua voz estava distante, como se fosse abafada por algodão. Ethan não ouvia. Estendeu a mão, os dedos tremendo a poucos centímetros da relíquia.

No instante em que sua pele tocou o objeto, a vibração se tornou um rugido ensurdecedor. Uma dor abrasadora subiu por seu braço, e ele gritou, caindo de joelhos. Segurou a mão, a visão se turvando enquanto o mundo inclinava. Os gritos desesperados de Claire foram abafados pelo súbito zumbido de asas — um som que crescia sem parar, como se milhares de insetos estivessem se reunindo.

Algo irrompeu do casulo, lançando no ar uma nuvem de névoa vermelha. Ethan levantou os olhos bem a tempo de vê-la — uma borboleta enorme, com asas esfarrapadas, mas radiantes de cores impossíveis. Seu corpo era grotesco, pulsando com músculos expostos e pingando um fluido viscoso. Pousou na árvore, as antenas tremendo como se avaliasse os dois.

E então veio atrás dele.

Antes que Ethan pudesse reagir, a criatura abriu as asas, liberando uma nuvem de poeira fina e cintilante. Ele inspirou bruscamente, tossindo enquanto as partículas enchiam seus pulmões. Seu corpo se contorceu, uma dor lancinante se espalhando pelo peito e pelos membros. O mundo ao redor se dissolveu em escuridão.

Quando abriu os olhos, tudo havia mudado. O acampamento desaparecera, substituído por um vazio interminável de sombras contorcidas e casulos luminosos. Ele podia ouvi-los — sussurros numa língua que não compreendia, mas que de algum modo sabia ser dirigida a ele.

Não estava sozinho. Centenas de olhos brilhantes o encaravam, e, ao longe, o som de asas aumentava.

A fome do enxame

Ethan despertou arfando, com os pulmões ardendo como se tivesse passado horas debaixo d’água. Estava de volta à floresta — ou, pelo menos, a uma versão dela. As árvores pareciam erradas. Seus troncos se retorciam em espirais serrilhadas, e as folhas cintilavam como vidro sob a pálida luz da lua. Todos os sons estavam amplificados: o ranger dos galhos, o farfalhar de criaturas invisíveis e o zumbido constante de asas logo além de seu campo de visão.

“Claire?”, chamou com voz rouca e fraca.

Ela não estava em lugar nenhum. O pânico o invadiu, mas, quando tentou se levantar, seu corpo se rebelou. Os membros pareciam estranhos, como se já não lhe pertencessem. Olhou para baixo e recuou de horror. Sua pele estava lustrosa, com um estranho brilho translúcido, e desenhos tênues — como as nervuras das asas de uma borboleta — subiam por seus braços.

“Que porra…”, sussurrou, a voz falhando.

O zumbido aumentou, e Ethan se ergueu cambaleando, apertando o peito. Sentia algo se agitar dentro de si, uma fome corrosiva que era ao mesmo tempo sua e de alguma coisa… diferente. Sua visão se turvava, entrando e saindo de foco. Cada som, cada cheiro, tornava-se avassalador. O mundo era vívido demais, vivo demais. E então ele as viu.

Um enxame de criaturas emergiu das sombras, com as asas capturando a luz da lua. À primeira vista, pareciam borboletas, mas seus corpos eram grotescos — inchados e reluzentes, com apêndices afiados como agulhas. Seus olhos brilhavam com uma luz antinatural, e seus movimentos eram perturbadoramente deliberados.

Pairavam ao redor dele, formando com as asas um caleidoscópio hipnotizante de cores. Uma delas pousou em sua mão estendida. Ele queria gritar, arremessá-la para longe, mas não conseguia. Ela inclinou a cabeça, as antenas tremendo enquanto o examinava. E então o mordeu.

A dor disparou por seu braço quando as mandíbulas da criatura se cravaram em sua carne. O sangue brotou ao redor da ferida, mas, em vez de escorrer livremente, engrossou, tornando-se preto e viscoso. Ethan gritou, sacudindo a mão violentamente até a coisa soltá-lo e sair voando, deixando um pequeno aglomerado de larvas se contorcendo dentro de sua pele.

A visão lhe revirou o estômago, mas, antes que pudesse reagir, a fome voltou — mais forte dessa vez, insuportável. Seu corpo se moveu sozinho, as pernas levando-o mais fundo pela floresta distorcida. Chegou a uma clareira cujo chão estava coberto de carcaças de animais em decomposição. O fedor era esmagador, mas, em vez de recuar, sentiu a boca salivar.

“Não… não, não, não”, murmurou, segurando a cabeça. Mas a fome era implacável, consumindo todos os pensamentos. Caiu de joelhos, as mãos tremendo ao alcançar a carcaça meio apodrecida de um cervo. No instante em que seus dedos tocaram a carne, sentiu uma onda de euforia. Rasgou-a, as unhas cortando pele e tendões enquanto a devorava como um animal faminto.

Só quando sentiu na língua o gosto metálico do sangue percebeu o que fazia. Empurrou a carcaça para longe, tendo violentas ânsias de vômito. Lágrimas corriam pelo rosto enquanto olhava para as mãos encharcadas de sangue. Mal conseguia reconhecer a si mesmo.

“Ethan?”

Sua cabeça se ergueu num sobressalto ao ouvir a voz de Claire. Ela estava na borda da clareira, com a lanterna tremendo na mão. O rosto pálido e os olhos arregalados de horror absorviam a cena à sua frente.

“Claire”, disse ele com voz áspera, cambaleando em sua direção. “Não é o que parece. Eu…”

“Fica longe!”, gritou ela, atrapalhando-se para tirar alguma coisa da mochila. “Que porra está acontecendo com você?”

Ethan parou, o coração se partindo diante do medo nos olhos dela. “É… é o artefato. Fez alguma coisa comigo. Não sei o que está acontecendo…”

Antes que pudesse terminar, o enxame desceu. Veio de todas as direções, suas asas produzindo uma cacofonia ensurdecedora. Claire gritou quando as criaturas a cercaram, os apêndices afiados cortando tecido e carne. Ethan tentou alcançá-la, mas o enxame bloqueou seu caminho, os corpos formando uma barreira impenetrável.

“Não!”, berrou, a voz dilacerada. Debatia-se às cegas, golpeando as criaturas, mas era inútil. Elas despedaçaram Claire com eficiência implacável, e seus gritos ecoaram pela floresta antes de cessarem abruptamente. Quando o enxame finalmente se dispersou, restava apenas a lanterna, piscando fracamente no chão encharcado de sangue.

Ethan caiu de joelhos, sacudido por soluços. A fome voltou, mais forte do que nunca, e ele percebeu, tomado por um horror crescente, que ainda sentia o cheiro do sangue dela. A transformação não terminara. Fosse o que fosse que o artefato lhe fizera, estava longe de acabar.

O abraço da colmeia

A floresta já não era uma floresta. Ethan vagava por seus restos deformados, entre árvores que agora pulsavam como seres vivos. A casca se retorcia com veios de seiva escura, e o ar vibrava com um zumbido antinatural. O tempo perdera todo o sentido. Ele não sabia se haviam passado minutos ou horas desde que os gritos de Claire se calaram.

Seu corpo continuava a traí-lo. A fome era insaciável, corroendo o âmago de seu ser, e sua carne se tornara estranha — translúcida, com veias que cintilavam ao luar como mercúrio líquido. Os desenhos que se espalhavam pela pele agora cobriam o peito e o pescoço, e seu brilho iridescente pulsava suavemente a cada batida do coração. As larvas no braço haviam crescido, e seu movimento sob a pele provocava uma coceira insuportável que ele não conseguia aliviar.

Entrou cambaleando em outra clareira, dominada por um imenso casulo suspenso entre duas árvores retorcidas. Brilhava fracamente, com a superfície ondulando como um ser vivo. Abaixo dele, o chão estava coberto de restos de animais — e de pessoas. Roupas rasgadas, ossos partidos e corpos meio dissolvidos formavam pilhas grotescas, e o ar estava pesado com o fedor da decomposição.

No centro da carnificina estava a borboleta. Suas asas, antes esfarrapadas, estavam inteiras agora, as cores tão vibrantes que pareciam queimar o ar ao redor. O corpo grotesco pulsava de vida, e as antenas tremiam enquanto ela se voltava para Ethan. Os olhos multifacetados da criatura brilhavam com uma luz antinatural e, naquele instante, ele soube: era a rainha.

“Você me trouxe aqui”, disse Ethan com voz áspera e trêmula. “Por quê? O que quer de mim?”

A rainha não respondeu com palavras. Em vez disso, abriu as asas, liberando uma explosão da poeira cintilante que o infectara. As partículas giraram ao redor dele, entrando nos pulmões e nos olhos, e o mundo tornou a inclinar. O chão sob seus pés pareceu se dissolver, e ele caiu — dentro da memória, da escuridão, de algo muito mais antigo que ele próprio.

Visões encheram sua mente. Viu a criação do artefato, um ritual monstruoso realizado por uma civilização há muito esquecida. Eles haviam adorado a rainha, oferecendo-se a ela em troca de poder e imortalidade. Viu a transformação deles, corpos retorcidos e remodelados em algo que já não era humano. E viu seu fim — uma massa de horrores alados que se contorciam, consumidos pela própria fome, deixando apenas o casulo à espera do próximo hospedeiro.

Os joelhos de Ethan bateram no chão quando voltou à realidade, arquejando. A rainha se aproximara, e suas antenas roçavam o rosto dele. Ele não recuou. Não conseguia. A presença dela era esmagadora, o olhar penetrando as partes mais profundas de sua alma. Sentiu algo se romper dentro de si, um elo com sua humanidade se desfazendo.

“Não”, sussurrou, balançando a cabeça. “Não vou me tornar um de vocês.”

A rainha emitiu um som — um estridular baixo que ressoou em seu crânio. Não era uma risada, mas parecia zombaria. Ela abriu as asas mais uma vez, e o enxame emergiu das sombras. Cercou-o, com olhos brilhando como estrelas distantes. O coração de Ethan disparou quando as criaturas desceram, perfurando sua carne com apêndices semelhantes a agulhas.

A dor inundou seus sentidos, mas não era nada comparada ao que veio em seguida. As larvas em seu braço começaram a se mover, abrindo caminho até a superfície. Sua pele se rasgou, e ele gritou quando elas emergiram, contorcendo-se e pulsando. Caíram no chão, onde foram imediatamente consumidas pelo enxame, seus corpos se dissolvendo numa névoa cintilante que o envolveu.

A transformação se completou. O corpo de Ethan se contorceu, os ossos estalando e mudando de forma. Seus braços se alongaram, os dedos se fundindo em apêndices afiados de quitina. As costas se abriram numa explosão de sangue e fluidos quando asas romperam sua carne, a superfície cintilando com os mesmos desenhos iridescentes que haviam tomado sua pele. Ele gritou, mas o som já não era humano — era um guincho agudo, inumano, que ecoou pela floresta.

Quando terminou, desabou no chão, tremendo. A rainha se ergueu sobre ele, as antenas roçando sua nova forma estranha. Emitiu outro estridular e, dessa vez, ele compreendeu. Era uma ordem, um comando que ressoava nas profundezas de seu ser.

Levantou-se, abrindo as asas atrás de si. O enxame abriu passagem, e ele tomou seu lugar ao lado da rainha. Já não era Ethan. Agora fazia parte da colmeia, uma criatura de fome e escuridão. E, quando a rainha se voltou para as luzes distantes da cidade, ele a seguiu, com o enxame subindo ao redor como uma tempestade.

A devoração

A cidade dormia, felizmente alheia à tempestade que se aproximava. Os postes piscavam no ar frio da noite, e o zumbido fraco das cigarras era o único som a acompanhar a quietude. Ao longe, a vibração de asas aumentava, um crescendo que logo abafaria todo o resto.

Ethan — se aquele nome ainda tinha algum significado — observava a cidade da borda da floresta. Seus novos olhos viam o mundo de outra maneira, cada detalhe mais nítido, mais vívido. Conseguia enxergar o calor irradiando das casas, as pulsações lentas e ritmadas das pessoas que dormiam lá dentro. A fome se retorcia em seu interior, implacável e avassaladora. Seu corpo doía com a necessidade de se alimentar, consumir, se espalhar.

A rainha se moveu ao lado dele, com as asas cintilando na luz pálida. Emitiu um estridular baixo, e o enxame avançou, uma maré viva de asas e garras. Ethan seguiu, os movimentos fluidos e estranhos, as asas batendo no mesmo ritmo do restante da colmeia. Já não sentia medo nem hesitação — apenas fome e propósito.

Desceram sobre a primeira casa como uma praga. As janelas se estilhaçaram quando o enxame invadiu, seus apêndices semelhantes a agulhas cortando paredes e móveis com facilidade. Gritos irromperam lá dentro, mas logo foram silenciados. Ethan atravessou os destroços, com as antenas tremendo ao sentir o calor de vida que ainda restava. Um homem entrou cambaleando no corredor, pálido, com os olhos arregalados de terror.

“Por favor”, implorou o homem, a voz tremendo. “Não…”

Ethan se lançou sobre ele, as garras perfurando seu peito. Sentiu a vida abandoná-lo, o calor se transferindo para seu próprio corpo e alimentando ainda mais a transformação. A fome diminuiu por um instante, mas não bastava. Nunca bastaria.

O enxame passou de casa em casa, deixando destruição pelo caminho. Logo as ruas ficaram cobertas de corpos, com a carne arrancada e os ossos abandonados para apodrecer. O sistema de alarme da cidade começou a soar, mas era tarde demais. Os poucos que conseguiram escapar de casa correram às cegas pela noite, apenas para serem alcançados pelo enxame em instantes.

Ethan se viu parado no centro da praça, suas asas projetando longas sombras sob os postes piscantes. A rainha pousou no alto da torre do relógio, abrindo as asas enquanto emitia um som que ressoava por todo o enxame. Era um grito triunfante, o sinal de que a colmeia havia reivindicado mais um lugar.

Mas algo mudou dentro de Ethan. Ao olhar para a carnificina ao redor, fragmentos de quem fora abriram caminho até a superfície. Lembrou-se do rosto de Claire, de como ela o olhara com medo e desespero. Lembrou-se da vida que tinha antes do artefato, antes do enxame. E, pela primeira vez desde a transformação, sentiu algo além de fome.

A rainha percebeu. Voltou o olhar para ele, com os olhos brilhando de fúria. Bateu as asas uma vez, e o enxame o cercou, formando uma muralha impenetrável. Ele sabia o que viria. A colmeia não tolerava fraqueza nem rebelião. Se não pudesse obedecer, seria destruído.

“Não”, rosnou Ethan, com a voz distorcida e inumana. “Não assim.”

Avançou contra a rainha, as garras cortando o ar. Ela guinchou, criando com as asas uma rajada que o lançou violentamente no chão. O enxame atacou, as mandíbulas dilacerando sua carne, mas ele não parou. Abriu caminho até ela com as garras, movido por uma determinação desesperada.

Num último salto furioso, cravou as garras no peito da rainha. Seu guincho foi ensurdecedor, e o enxame paralisou, com movimentos erráticos e confusos. O corpo da rainha convulsionou, as asas se debatendo violentamente antes de ela desabar, seu brilho desaparecendo na escuridão.

Quando a rainha morreu, o enxame se desintegrou. Os corpos se desfizeram em cinzas levadas pelo vento. Ethan caiu ao lado dela, tremendo de exaustão. A fome havia desaparecido, substituída por um vazio esmagador. Olhou para as mãos, agora estranhas e munidas de garras, e soube que não havia volta.

A cidade voltou ao silêncio, rompido apenas pelo leve crepitar dos incêndios nas ruínas. Ethan se levantou, abrindo as asas atrás de si. Estava sozinho agora, uma criatura presa entre dois mundos. Ao encarar o horizonte, onde os primeiros raios da aurora rompiam a escuridão, tomou sua decisão.

Iria embora, para longe da humanidade, para longe das relíquias do passado. Não sabia se conseguiria controlar aquilo em que se tornara, mas tentaria. Devia isso a Claire, a si mesmo, aos fragmentos de alma que ainda restavam.

E, quando a luz o banhou, desapareceu na floresta, deixando para trás apenas os ecos de suas asas.

 


 

Esta história assombrosa, "Flesh and Flutter", ganha vida com imagens cativantes. Se a atmosfera inquietante e o visual impressionante despertaram sua curiosidade, você pode explorar e obter impressões, downloads ou licenciamento da arte apresentada em nosso Arquivo de Imagens. Acesse o link abaixo para descobrir mais:

Explore o Arquivo de Imagens

Deixe um comentário

Observe que os comentários precisam ser aprovados antes de serem publicados.