Captured Tales

Little Keeper of Autumn Magic

Bill Tiepelman0 comentários
Little Keeper of Autumn Magic

Num canto tranquilo da floresta encantada, sob a luz dourada e salpicada do outono, estava sentada a “Pequena Guardiã da Magia Outonal”, uma elfa de tamanho diminuto e personalidade enorme. Pode parecer doce, com olhos grandes e expressão inocente, mas não se deixe enganar pelo chapéu adorável: ela sabe mostrar os dentes.

Naquele outono, sua tarefa era vigiar a plantação de abóboras e garantir que os bichos da floresta não se empolgassem demais com os petiscos da estação. Todos os anos, cervos, esquilos e algum ouriço especialmente afoito atacavam suas preciosas abóboras como crianças numa loja de doces.

A patrulha da plantação

Então lá estava ela, em seu pequeno trono de toco de árvore, balançando as botas no ar fresco do outono. O chapéu era tão grande quanto sua atitude, com a aba transbordando folhas, frutinhas e o que ela chamaria de “a própria essência do outono”. Tinha talento para o drama. Até fizera um pequeno bastão chamado “Vara das Repreensões Justas”, que agitava para cada bichinho que passava com olhar suspeito.

“Ei! Você aí! Sim, você, esquilo de traseiro gordo: AFASTE-SE da abóbora!”, gritou certa tarde, brandindo o bastão. O esquilo parou no meio do bote, olhando dela para a abóbora com uma mistura de culpa e confusão.

“Não me olhe assim”, disse, cruzando os braços. “Só porque é fofinho não significa que seja esperto. Estou de olho em você.” Apontou para uma pilha de bolotas deixada como oferta de paz. “Pode ficar com aquelas, mas toque nas minhas abóboras e terá que se entender comigo. E, acredite, não é um passeio pelo bosque que você vai querer fazer.”

Um visitante noturno

Numa tarde fria, quando o sol se punha, um guaxinim especialmente grande veio farejar a plantação. Tinha o tamanho de um ursinho e os olhos brilhavam com a gula inconfundível de quem julgava ter encontrado um bufê à vontade.

“Ei!”, gritou ela, saltando do toco e marchando até ele, de bastão na mão. “Aonde pensa que vai, camarada?”

O guaxinim parou, com as patinhas agarradas a uma abóbora em miniatura. Encararam-se por um instante, e ele fez o que qualquer criatura culpada da floresta faria: dobrou a aposta. Com um guincho altivo, enfiou a abóbora na boca e a encarou sem piscar.

A elfa estreitou os olhos, com uma mão na cintura. “Muito bem, grandalhão, quer dançar?” Apontou o bastão dramaticamente. “Porque não estou com disposição para perder outra abóbora para uma criatura de padrões de higiene tão baixos que acha uma lata de lixo uma experiência gastronômica cinco estrelas.”

O guaxinim, porém, não se intimidou. Piscou devagar, terminou de mastigar a abóbora roubada e saiu tranquilamente, agitando a cauda em desafio.

“Inacreditável”, murmurou ela. “A audácia desses vândalos do bosque.” Voltou marchando para o toco, resmungando sobre a “decadência da sociedade da floresta” e a “corrupção moral dos guaxinins”.

Um encontro decisivo

No dia seguinte, um belo jovem raposo entrou na clareira, farejando o ar. A Pequena Guardiã diria que estava ocupada demais para se interessar por romance, mas não pôde deixar de notar a cauda elegante e a maneira charmosa com que ele observava as abóboras.

“Boa tarde, senhorita”, disse suavemente, com uma pequena reverência. “Posso experimentar uma de suas abóboras?”

Ela corou, ajeitando o chapéu. “Bem… ah, desde que seja só uma. E… sabe, desde que seja respeitoso.”

O raposo piscou. “Respeito é meu sobrenome.”

Ele escolheu uma abóbora especialmente rechonchuda, e ela o observou mordiscá-la com uma timidez pouco habitual. Então, pelo canto do olho, viu um esquilo sorrateiro levando outra abóbora enquanto ela se distraía.

“Ei! Volte aqui!”, berrou, abandonando a conversa para perseguir o ladrão atrevido.

O raposo apenas riu baixinho, terminando sua abóbora em paz. “Uma pequena guardiã da magia outonal e tanto”, murmurou, vendo-a correr atrás do esquilo com o bastão erguido.

E a magia do outono continua

Enquanto as folhas continuavam mudando de cor, a elfa manteve seu posto vigilante, armada com o chapéu enorme, o espírito feroz e a fiel “Vara das Repreensões Justas”. Embora os bichos às vezes a superassem, ela sempre conseguia restaurar a ordem na plantação — mais ou menos.

Era seu pequeno reino caótico, e ela não o queria de outra forma. Afinal, há magia na confusão e, se o outono não fosse um pouco selvagem, nem seria outono de verdade.

E, em algum lugar ao fundo, certo raposo observava suas peripécias com um brilho divertido nos olhos, esperando pacientemente a próxima chance de encantar a Pequena Guardiã da Magia Outonal.

 


 

Leve a Pequena Guardiã da Magia Outonal para casa

Se o encanto da nossa “Pequena Guardiã da Magia Outonal” conquistou você, leve um toque de seu aconchegante mundo do bosque para seu ambiente! Seja para decorar para o outono ou simplesmente por gostar de arte fantasiosa, estes belos itens ajudam a manter o espírito da estação por perto o ano inteiro.

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Seja decorando para a estação ou procurando o presente perfeito para um amigo que adora fantasia, estas peças capturam a essência da magia outonal. Abrace o aconchego e convide um pouco do encanto do bosque para sua vida!

Little Keeper of Autumn Magic Prints

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