Captured Tales

Warrior of the Emberforge Clan

Bill Tiepelman0 comentários
Warrior of the Emberforge Clan

A balada de Grumli Irongut: o guerreiro de Emberforge

Nas profundezas das montanhas, onde o ar cheira a pedras úmidas e decisões ruins, vivia Grumli Irongut, um anão tão rabugento e calejado que conseguia azedar cerveja só com um olhar. Nascido com punhos de bigorna e uma barba tão espessa que assustava pentes, Grumli era um testemunho ambulante e resmungão da teimosia dos anões. Seu clã, o poderoso Emberforge, o reverenciava — principalmente porque ninguém era corajoso, ou burro, o bastante para dizer o contrário.

Grumli não era apenas um guerreiro; era uma lenda. Daquelas que incluem fogo, violência e uma piada indecente de vez em quando. Suas histórias de guerra misturavam brutalidade e acidentes de bebedeira em partes iguais. "A Noite do Troll em Chamas" era a favorita da plateia, embora ninguém jamais perguntasse por que Grumli lutara pelado ou por que o troll depois berrava pedindo terapia.

A lâmina chamada “Supercompensadora”

A arma favorita de Grumli era sua amada espada, “Supercompensadora”. A lâmina era tão enorme que precisava ser arrastada metade do tempo. Os rumores diziam que ele a forjara em resposta aos insultos sobre sua altura — algo que nunca esquecia e que frequentemente resolvia esmurrando os joelhos dos mais altos. Para Grumli, a espada era perfeita, mesmo que precisasse grunhir como um texugo constipado para levantá-la. “Espada maior, problemas maiores”, avisara seu irmão certa vez. Grumli respondeu prontamente: “Cala a boca, Thalgrim, ou eu mostro onde esse pomo cabe.”

O incidente no Vale dos Bêbados

Numa manhã especialmente sombria, depois de tomar cerveja suficiente para matar um troll — de novo —, Grumli soube que bandidos haviam tomado uma aldeia próxima:Vale dos Bêbados. Tinham roubado gado, saqueado a cervejaria e, o mais ofensivo, insultado o trabalho artesanal dos anões. “Disseram o quê sobre nossas bigornas?”, berrou Grumli, batendo a caneca na mesa com tanta força que ela rachou. “Vou enfiar uma forja no…” “Calma, rapaz”, disse o velho Bofric, tentando não derramar a sopa. “Você é um guerreiro, não um ferreiro.” “Pois é, mas sei martelar do mesmo jeito”, retrucou Grumli, já vestindo a armadura com toda a graça de um urso furioso.

A abordagem de Grumli para a batalha era… direta. Ele marchou até o meio da praça da aldeia, gritando palavrões tão imundos que até os corvos voaram para longe para evitar danos emocionais. “Seus covardes apalpadores de ovelhas!”, rugiu, enquanto a Supercompensadora raspava ameaçadoramente nos paralelepípedos. “Venham lutar comigo, seus sacos miseráveis de bosta de troll!” Os bandidos, um bando de magricelas liderado por um homem chamado Skarn, o Ligeiramente Menos Terrível, olharam para Grumli e riram. “Estão vendo esse homenzinho?”, zombou Skarn, virando-se para seus homens. “O que vai fazer, rapaz? Morder meus tornozelos?”

Os homens acompanharam, rindo como idiotas. Grumli sorriu. Aquele sorriso aterrorizante . Do tipo que fazia você se perguntar se suas calças eram à prova de fogo.

A surra que ninguém viu chegar

A “Supercompensadora” não foi brandida — foi solta. O primeiro bandido voou através de uma janela, o segundo se chocou contra uma carroça, e o terceiro? Digamos apenas que nunca mais vai zombar de gente baixa. Skarn mal teve tempo de gritar antes de Grumli lhe acertar um chute bem na barriga, lançando-o na lama. “Gosta de roubar cerveja, é?”, rosnou Grumli, pairando sobre o líder dos bandidos. “Vamos ver se gosta de se vestir com ela.” Instantes depois, Skarn estava amarrado a um barril e sendo rolado para dentro do lago da cervejaria, enquanto Grumli gargalhava como um lunático. Os bandidos sobreviventes se dispersaram, espalhando histórias sobre o “minúsculo demônio da montanha” que destruíra sua dignidade — e metade da aldeia.

As consequências — e mais cerveja

Os aldeões reconstruíram a cervejaria em homenagem a Grumli, prometendo nunca beber numa caneca menor que o punho dele. Ofereceram recompensas — ouro, joias, animais —, mas ele as dispensou com um gesto. “Só me sirvam uma bebida e parem de choramingar”, grunhiu. “Não sou herói. Só estou com sede.” Assim, Grumli Irongut, o anão mais teimoso, grosseiro e aterrorizante do Clã Emberforge, voltou para a montanha. A barba um pouco mais ensanguentada, a espada um pouco mais cega, e sua lenda? Ainda maior. E, em algum lugar nas aldeias enevoadas lá embaixo, as mães avisavam aos filhos: “Cuidado com o que fala, ou Grumli vem aí, brandindo a Supercompensadora e gritando obscenidades.”

Porque é assim que nascem as lendas: uma surra sarcástica e movida a fúria de cada vez. “Nem todos os anões são sábios ponderados ou bêbados alegres. Alguns só querem lutar, xingar e beber em paz. Grumli é um deles.” Quer levar o destemido Warrior of the Emberforge Clan para sua casa? Esta imagem, perfeita para quem ama fantasia épica e lendas heroicas, está disponível para impressões, downloads e licenciamento em nosso Arquivo de imagens. Clique no link abaixo para explorar este personagem e outros: Explore o arquivo aqui

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